Nova edição Startup Lab: 3NCRYPT3D foi uma das empresas selecionadas

O 3NCRYPT3D vai participar da 2ª edição do programa Startup Lab, pela SRS Advogados!

“O programa terá a duração de 12 semanas, com uma sessão de formação por semana [em Lisboa], e inicia-se já a 11 de setembro, terminando no dia 27 de novembro, com uma sessão de pitch a investidores. No dia 10 de setembro terá lugar, pelas 17h00, a sessão de apresentação do programa, das startups participantes e dos parceiros.” conforme comunicado.

É com enorme prazer que abraçamos este desafio de “acelerar” com a Startup Lab.

No final do programa, a equipa partilhará mais informações sobre a sua experiência.

Equipa 3NCRYPT3D

Sucesso tardio

Sucesso sem hora marcada

Nunca é tarde para se ser bem sucedido.

São inúmeros, os casos de pessoas que tiveram sucesso hoje considerado “tardio”.
Pessoas como Harland Sanders da Kentuky Fried Chicken, que iniciou o KFC apenas aos 65 anos. Ou Estée Lauder, cuja companhia de cosméticos homónima começou aos 54 anos e hoje constitui o império que se sabe.

Estes casos (e muitos outros) mostram-nos que estamos sempre a tempo de ser bem sucedidos, apesar do mundo estar “obcecado pelo sucesso precoce”. É esta é uma das conclusões da entrevista a Rich Karlgaard, editor da Forbes, que escreveu um livro sobre esta temática.
Curiosamente, é a revista Forbes que todos os anos publica a lista dos 30 empreendedores mais disruptivos, com menos de trinta anos…

Traduzimos o artigo de Rachel Martin para o site NPR sobre o livro e as motivações do autor, para que se possa também inspirar, independentemente da sua idade!

“Parece que todas as semanas um vídeo partilhado nas redes sociais mostra uma criança prodígio: um menino de cinco anos a tocar um concerto para piano; a  criança de 11 anos, licenciada; o pré-adolescente que é um prodígio no desporto.

Mas, no novo livro “Late Bloomers: The Power of Patience in a World Obsessed with Early Achievement” (em tradução livre: Florescendo tarde – O poder da paciência num mundo obcecado pelo sucesso precoce), o editor da revista Forbes, Rich Karlgaard, não está muito interessado em jovens empreendedores.

Em vez disso, Karlgaard olha para aqueles para quem o sucesso vem mais tarde – nos seus 30, 40, 50 e até depois desta idade – numa cultura obcecada por conquistas precoces. Ele argumenta que, embora possamos celebrar os fenómenos, a premissa de que o sucesso precoce é necessário para o sucesso ao longo da vida está errada.

“Algumas pessoas são naturalmente talentosas, autênticos prodígios. Não tenho nada contra elas – na verdade, eu aplaudo-as.”, disse ele à NPR. “O problema surge quando pensamos que esse é o caminho apropriado para todas as crianças, adolescentes e jovens adultos”.

Destaques da entrevista
Sobre como o desenvolvimento cognitivo humano informa a “floração” 

Se olharmos para o que a neurociência tem a dizer – e segundo um grande estudo de 2015, onde foi analisada a seguinte questão: “O que fazemos de melhor em cada década de nossa vida?”, com certeza lembramos a rápida velocidade de processamento sináptico e o pico de memória de trabalho nos primeiros 20 anos. Mas é nos nossos 30, 40 e 50 anos, que começamos a desenvolver toda uma gama de habilidades que não tínhamos antes: funcionamento executivo, desenvolvimento de competências de gestão, compaixão, equanimidade. … A sabedoria só começa realmente a aparecer nos nossos 50, 60 e 70 anos.

Sobre a obsessão pelo sucesso inicial

Onde eu moro, em Sillicon Valley, é habitual pressionar adolescentes e jovens adultos, porque há muitos exemplos de jovens adultos que fizeram coisas incríveis – sejam os dois fundadores do Google, seja Mark Zuckerberg, no Facebook.
A pressão que aqui se coloca nas crianças, adolescentes e pais é incrível. Então, essa ideia de pressionar crianças, colocá-las num corredor em que é suposto trocar a sua jovem curiosidade por foco determinado, está a ter, em geral, um mau resultado.
É por este motivo que quero começar  uma conversa a nível nacional sobre este assunto.

Sobre como ele vê a ambição

Eu acho que a ambição é boa. Algumas pessoas motivam-se através da ambição. Existem pessoas que – e isso caracteriza a maioria dos primeiros bloomers [pessoas que têm sucesso], eu acho – são naturalmente ambiciosos, são naturalmente competitivos, gostam de ganhar, gostam de impressionar as pessoas, gostam de aumentar a pontuação.
Os bloomers tardios tendem a ser mais do tipo explorador. Eu tenho piores resultados quando estou sob pressão competitiva. Eu tenho muito melhores resultados quando exploro minha curiosidade.
É a diferença entre sentir-se pressionado – o que eu não gosto e acho que muitas pessoas não gostam – e ser inspirado por uma visão, sonho e propósito maior. 

Beatriz Costa, responsável de Marketing e Comunicação 3NCRYPT3D

Artigo original, aqui.
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