Seguro de Vida: Que Cobertura Contratar?

Poucas pessoas gostam de pensar na inevitabilidade da morte. No entanto, se tem pessoas que dependem de si ou dos seus rendimentos, ter um seguro de vida é algo que deve considerar.

O que é um Seguro de Vida?

Antes de mais, é importante perceber o que é um seguro de vida. Trata-se de um contrato entre o segurado (qualquer pessoa que contrate o seguro) e uma seguradora, no qual o objeto de seguro é o risco de morte do segurado.

Em caso de morte do segurado, a companhia de seguros é responsável por pagar o prémio da apólice de seguros ao(s) beneficiário(s) da mesma, um valor que depende do valor contratado em primeiro lugar.

Confirme se necessita de um Seguro de Vida

A verdade é que contratar um seguro de vida não faz sentido para toda a gente. Se não tem dependentes e tem bens suficientes para as suas eventuais dívidas, despesas médicas e despesas de funeral, então contratar um seguro de vida pode ser apenas mais uma despesa extra, desnecessária. O mesmo acontece caso tenha dependentes, mas bens suficientes para lhes providenciar tudo o que necessitam.

No entanto, se não se enquadra em nenhum dos casos, é muito possível que precise de um seguro de vida. Tendo dependentes ou dívidas que ultrapassem os seus bens, é importante que tenha um seguro de vida para que possa garantir aos seus familiares um futuro estável, e sem dívidas, no caso da sua morte.

Qual o tipo de cobertura e quanto que deve contratar?

Dependendo das suas necessidades, pode contratar diferentes tipos de seguros, com diferentes coberturas. Existem três tipos de seguros de vida:

1. Cobertura de risco de morte – a companhia de seguros assegura a atribuição, ao beneficiário do seguro, de uma indemnização (compensação) monetária caso se verifique a morte do segurado durante a vigência do contrato.
2. Cobertura de risco de sobrevivência – este tipo de cobertura tem sido especialmente contratada para seguros financeiros e consiste no pagamento do indemnização, normalmente ao próprio segurado, se este estiver vivo no final do contrato.
3. Cobertura mista – esta cobertura combina as duas anteriores e acabar por ser um produto a ter em consideração. Para além de proteger os seus dependes (em caso de morte), se sobreviver ao contrato, receberá a compensação relativa a esta apólice. Normalmente os valores são diferentes para cada um dos cenários.

A Indemnização

Depois de perceber quais as suas necessidades a nível de cobertura, chegou a hora de refletir sobre o valor da indemnização que deve contratar. Comece por perceber qual o valor das suas dívidas, entre crédito à habitação, crédito automóvel e empréstimos, o valor da compensação do seguro tem de ser, pelo menos, igual. Além disso, se for a única fonte de rendimentos no seu agregado familiar, é importante que assegure alguns anos do seu rendimento para que possa deixar a sua família numa posição confortável. Por último, acrescente ao valor da indemnização futuras despesas, como a universidade dos seus filhos.

Ninguém é eterno…

Ninguém consegue prever o futuro e portanto é importante que acautele todas as situações, até mesmo as mais desagradáveis, como a morte. Analise bem quais são as suas opções, o tipo de cobertura que melhor se adapta à sua situação e até qual o valor da compensação que deixará a sua família segura financeiramente. O valor do prémio mensal ou anual a pagar pela sua apólice de seguro será sempre proporcional ao valor da compensação assegurada.

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